A Companhia das Fibras


Com 18 anos de experiência em todo mercado nacional e internacional (Mercosul, EUA e Europa), a COMPANHIA DAS FIBRAS produz tapetes artesanais da mais alta qualidade. Com um pátio fabril próprio na cidade de Campanha – MG, tem capacidade produtiva de 1500 m² de tapetes por mês.

São tapetes 100% brasileiros, confeccionados em teares manuais ou à mão, com tramas lindíssimas, nos mais diversos tipos de matérias prima, como couro (pele, couro e camurça), palha de bananeira, algodão, chenille, juta, sisal (pré lavado garantindo a manutenção sem manchas ou encolhimento), lã natural e acrílica e fibras sintéticas, entre outras.

Através de nossas ações sociais nas comunidades carentes, treinamos e introduzimos famílias no mercado de trabalho, que passam a produzir nossa palha de bananeira, que compões diversos tapetes e produtos COMPANHIA DAS FIBRAS com grande sucesso.

Com um altíssimo controle de qualidade, mantemos nosso índice de reclamação próximo ao zero, sempre tratando com carinho cada um de nossos tapetes confeccionados sob medida.

Com uma equipe de excelentes profissionais que conduz a empresa com dinamismo e competência, vem ampliando sua atuação no mercado nacional, com revendas em mais de 50 cidades, e no mercado internacional - no Mercosul, EUA e Europa. 


A História da Tecelagem


A tecelagem é conhecida por ser uma das formas de artesanato mais antigo ainda presente nos dias de hoje.

Há cerca 12.000 anos, portanto, na Era Neolítica, os primeiros homens usavam o princípio da tecelagem entrelaçando pequenos galhos e ramos para construir barreiras, escudos ou cestas. Teia de aranha ou ninho de pássaros podem ter sido as fontes de inspiração tal trabalho. Uma vez que essa técnica já era conhecida é muito provável que o homem primitivo tenha começado a usar novos materiais para produzir os primeiros tecidos rústicos, e, mais tarde, vestuário.

A data exata de quando nossos ancestrais abandonaram suas peles de animais e passaram a ser proteger e se vestir usando fibras entrelaçadas, tanto de origem animal quanto vegetal, ainda não foi definida pelos estudiosos.

Escavações arqueológicas têm encontrado material feito de fibras fiadas e entrelaçadas, mas esses "tecidos" são muito grosseiros e estão mais parecidos a cestas de trabalho. O exemplo mais antigo de tecido descoberto na Europa, na costa Dinamarquesa, data do fim da Era Mesolítica, entre 4600 e 3200 a.C., mas as descobertas no Peru, no alto da 'Sierra del Norte' são muito mais antigas.

O primeiro tear foi provavelmente algo tão simples quanto uma estrutura vertical construída de galhos, no qual os fios eram pendurados e tensionados. Outros fios eram então entrelaçados manualmente, a um certo ângulo daqueles já tensionados, criando um tecido rústico.


A Introdução da Tecelagem Artesanal no Brasil


A tecelagem manual é, provavelmente, uma arte milenar das mais antigas. Supõe-se que começou seu desenvolvimento por volta de 5.000 a.C. Em todas as culturas são encontrados vestígios dessa atividade, sempre marcando a própria história do respectivo povo. 


Os teares mais antigos são os que, ainda hoje, servem para confeccionar alguns dos tapetes mais valiosos do mundo.


Na época do descobrimento do Brasil, os índios nativos já trabalhavam a “trama e a urdidura”.


Durante o período de colonização, vieram de Portugal colonos e pessoas humildes ligadas às atividades de subsistência, destacando-se entre elas, a arte de fiar e tecer em teares manuais.


Além da técnica, os portugueses trouxeram todos os objetos necessários para a sua execução: teares, rocas, cardas etc.

No século XVII, esse tipo de trabalho chegou a ser proibido, pois desviava a mão-de-obra das lavouras e das minas de ouro e diamante. D. Maria I, na época a Rainha de Portugal, decretou a proibição da tecelagem artesanal e a queima de todos os teares.


A arte de tecer só voltou a tomar fôlego, em Minas Gerais, com o declínio do ciclo do café, e mesmo com a industrialização, não perdeu sua força, pela beleza das peças artesanais.


Minas Gerais foi a região que mais absorveu as técnicas da tecelagem manual.  É hoje a expressão maior desta arte, com características bem originais, porém, conservando muito a tradição portuguesa.